quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Agora é para compensar a futilidade anterior


Hoje entrei mais tarde. Por isso, aproveitei para fazer a rodagem ao objecto mencionado anteriormente, adquirido há menos de 24 horas e visitei o novo edifício da biblioteca da minha cidade. Finalmente, uma obra que dignifica o concelho. Os livros merecem (e os leitores também). Deliciei-me com a modernidade e amplitude do espaço, com a exposição patente e estacionei no 1.º andar, onde reside a biblioteca propriamente dita. E encontrei-o lá, o livro que há muito namorava. Li metade, amanhã espero requisitá-lo para o acabar. Sempre me interessei por esse órgão-enigma que é o cérebro e este livro pode elucidar-nos sobre a forma como ele funciona. Mas, principalmente, em como somos frágeis sem memória. Em como a existência, devido a um ousado coágulo de sangue que decide deslocar-se, deixa de fazer qualquer sentido. E o eu, tal como o conhecemos, desaparece. Recomendo vivamente (e ainda nem o acabei de ler).


(Acho que consegui redimir-me do post anterior).

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