quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro?


Acabo de chegar aterrorizada do Pingo Doce perto de minha residência. Juro que pensava que a situação não era tão alarmante. Só encontrei uma única pessoa decente na referida loja, que me pediu desculpa quando nos cruzámos. De resto: um casal de romenos ou lá qual é a nacionalidade deles passeando pela secção dos iogurtes com dois petizes ranhosos, a falar alto naquela língua estranha; um casal de 'tugas chungosos (ela grávida, claro está, é sempre a dar-lhe); um brasileiro rafeiro em cada esquina e, para fechar em beleza, à minha frente na caixa duas miúdas de nacionalidade dúbia, mas que tresandavam comó caraças. Uma delas até me deu indicação para colocar os meus artigos comestíveis no tapete rolante mas eu nem olhei para ela (como se precisasse que ela me dissesse - abusada!).
Não, não estou a ser xenófoba (o argumento não pega porque também estou a mal-dizer pessoas da minha nacionalidade). Este Portugal é que não adopta políticas sérias (não é só dar a esta cambada de parasitas o rendimento mínimo garantido!) de integração social! Tudo bem que aceitem os imigrantes - mas integrem-nos! E depois dizem que têm falta do Salazar - este país adora repressão pois só assim parece funcionar. Ou o 8 ou o 80.
São estas constatações da realidade que me fazem ter mais vontade de emigrar ou de, pelo menos, ir residir para um sítio mais sossegado (ilhas Berlengas?).

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